segunda-feira, 3 de junho de 2013

Depoimentos de leitura e escrita




Rosangela Gomes de Oliveira Souza  

É por meio da leitura que continuamos nosso processo de aprendizagem.

 “Oh, bendito quem semeia, ...Livros a mão cheia...E manda o povo pensar!...O livro caindo n’alma ...É gérmen que faz a palma...É chuva que faz o mar”(Castro Alves).A leitura  nos engrandece a alma, nos completa, motivo pelo qual, deve ocupar lugar de destaque em nossa vida!Nos permite conhecer,viajar, imaginar.... e com o tempo... começamos a ler tudo ou quase tudo, ler o outro, seu semblante... passamos a ouvir,  inclusive o inaudível.  Tudo começou,  quando cursava a 5ªsérie e minha professora de Língua Portuguesa,  nos deu como tarefa a leitura do livro a ilha Perdida....Este livro despertou em mim o prazer pela leitura, e a partir de então, li todos os livros que nos eram indicados, mas não só por que teria prova, mas porque a leitura já havia me contaminado. O tempo foi passando e tive a sorte de continuar tendo professores de Língua Portuguesa, que nos dava como tarefa, a leitura de muitos livros durante o ano. Isso fez toda diferença em minha vida.Fui uma criança simples, pobre em recursos, mas já tinha um irmão professor(de Língua Portuguesa), que tomei como exemplo e ainda pequena, já sabia que seria uma professora. Como todos,  ou quase todos os professores, quando iniciei, tinha na lembrança a imagem de um professor querido, carinhoso, amigo, enfim um bom professor. Porém faltou-me o professor contador de histórias. Por ser fruto de um ensino tradicional, tive na maioria da vida escolar, professores tecnicistas e conteudistas, porém continuei  lendo! E com as muitas leituras e com nossa formação continuada, com  o passar do tempo ,aprendi  que é preciso considerar os vários fatores que condicionam a aprendizagem , como por exemplo, a idade mental, fatores emocionais, sócio econômicos, experiências anteriores, maturidade visual, auditiva, motora. Aprendemos também com nossas experiências leitoras que não basta levar os alunos a adquirir conhecimentos e habilidades, mas se faz necessário nos preocuparmos com a formação de atitudes e hábitos, que os guiarão a uma vida mais saudável. Ah...por falar em formação continuada, uma experiência bacana que tive foi a de participar da Formação Continuada :Teia do Saber, em 2004 na Fafipreve, cujo foco era a importância da formação de alunos leitores e escritores competentes para a sua efetiva participação na sua cultura letrada. Nesse curso tive contato com muitos textos e de  vários gêneros, como por exemplo, Quase de Luís Fernando Veríssimo, Todo ponto de vista é a vista de um ponto(Leonardo Boff),Arrumar o Homem(Dom Lucas M.Neves),A águia que quase virou galinha(Rubem Alves), O guardador de Rebanhos(F.Pessoa),A arte de ser feliz(Cecília Meireles),Morre lentamente(Pablo Neruda),Dias de chuva(Trad. De Beto Guedes),Poéticas(Vinícius Moraes),Obra de arte(Roberto Shinyashiki),Certas coisas(Lulu Santos),Homens-livros,leituras de tirinhas(O melhor de Calvin,Turma da Mônica,Recruta Zero,etc.),leituras de vários textos não verbais, textos fílmicos, textos imagéticos, textos gráficos, textos bíblicos,Vaidade(Herbert Vianna),leituras de resenhas, leituras de artigo de opinião,textos científicos, Professor, diz-me por quê?(Cecília Meireles), São Bernardo(Graciliano Ramos), leituras de letras de várias músicas,textos de Clarice Lispector, textos de Fernando Sabino, José Saramago,e tantas outras leituras.Esta experiência com a leitura, foi tão importante quanto a primeira, a diferença é que já me encontrava em uma fase madura, e só me fez continuar acreditando,  que a leitura sempre será a responsável pelo conhecimento acumulado  e que somei aos meus, um emaranhado de conhecimentos que me serviram e continuarão servindo para aplicar em minha vida pessoal e profissional!Também tive a experiência de ler para meus alunos, durante a primeira aula de todo ano letivo de 2011,onde fiz a leitura de livros de poesias, poemas, leituras de cordel, vários outros textos,  para alunos do ensino fundamental. O trabalho foi sugerido pela coordenadora Marcilia, e como gosto  de ler, acatei rapidamente.Outra grande experiência que tive com a leitura, foi no curso de pós graduação. Mas esta , é outra história....Hoje, compreendo,  que ainda tenho muito que aprender!Acredito que quem não aprendeu a valorizar a leitura corre o risco de ficar alienado. “Quem não lê perde o trem da história”.

Sandra Ravazzi Tesine  

  Lendo os textos de José Nilson Machado : A vida do professor: três fases, me identifiquei pois quando comecei a lecionar cada exercício visto era revisto.Na segunda fase, me acomodei e passei ensinar apenas o que sabia. Mas quando entrei na terceira fase que culminou com a chegada da nova proposta curricular do estado de São Paulo em , 2008,vi que precisava ler mais. Precisava conhecer novos materiais, conhecer novos autores, novas estratégias enfim pesquisar sempre.

Hoje  vejo que não podemos parar, a atualização é constante e dinâmica, para a escola nâo fracassar. pois  nós educadores somos a escola, construímos a escola e nossos alunos dependem do nosso interesse por novidades e algo diferente nas nossas aulas! 

Sandra Regina Dias Acosta 

 Helder eu também fui alfabetizada pela "Caminho Suave" e no Ensino Fundamental para mim a leitura de livros era praticamente obrigatória, pois por bimestre a professora pedia que fosse lido um livro e feito um resumo  para sermos avaliados. Me recordo do nome de alguns como: O Caso da Borboleta Atíria, A Ilha Perdida, Cem Noites Tapuias, Éramos Seis e O Escaravelho do Diabo. Aprendi a gostar de ler com a minha mãe, que adora todos os tipos de leitura e também porque sou professora do ensino infantil e trabalho na APAE aqui de Santo Anastácio. Gosto de  fazer leituras para os meus alunos usando fantoches, conto a estória para eles e peço que recontem da maneira deles, que desenhem o que entenderam ou façam uma encenação da mesma, pois como bem coloca Ruben Alves:“Isto é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. A criança volta-se para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está a ler.”

Solange Aparecida dos Santos Paiva 

Lembro como se fosse hoje. Estava no ensino fundamental e minha professora de Língua Portuguesa pediu para lermos o livro “Cem noites tapuias- Série Vagalume”e entregar um resumo. Ela não fazia comentários sobre os livros que liamos, e este não foi diferente. Foram dias cansativos, pois começava ler e desistia. Não tinha interesse, nem curiosidade e lia por obrigação, porém consegui terminá-lo sem entender nada. Houve uma substituição de professores e a nova professora de Língua Portuguesa era bem diferente da primeira. Cada livro indicado, contava uma parte da história deixando um suspense no ar e ficávamos curiosos para saber o fim da história. Foi nessa época que comecei a gostar de ler e mesmo durante as férias, ia na biblioteca da prefeitura pegar livros. Com o interesse pela leitura, também me despertou o interesse em escrever, ajudando muito na minha vida profissional. Hoje quando leio para meus alunos, faço com grande satisfação e entusiasmo para que despertem neles o mesmo gosto pela leitura que despertou em mim.Ler é viajar... não só pelo prazer, mas também pela importância que a própria leitura detém: ela significa acesso à informação, enriquecimento do imaginário, acesso à formação, combate ao estereótipo, desenvolvimento da capacidade de compreensão e de expressão, fomenta e educa a sensibilidade, provoca e orienta a reflexão e cultiva a inteligência. Mas ler deve ser sobretudo uma escolha livre, pois só assim conseguiremos apreender a sua real importância.Muriel de Vocht.

Aparecida Hitomi Nagai Esumi 

A minha leitura iniciou quando era  muito criança, incentivada pelo grupo de pessoas ( meu pai  e tios)   que fundaram uma  colônia  de japoneses onde nasci  e fui criada. Lá eles nos deram oportunidade de ter contato com livros, em japonês, de historias infantis – desde contos  de autores mundialmente conhecidos como Hans Christian  ANDERSEN   até as de  lendas  japonesas.  Inicialmente contados pelos mais velhos despertando  interesse  em eu querer ler sozinha.    Após os contos infantis, passei a ler as revistas de história em quadrinhos – os mangás .  Estas revistas eram editadas semanalmente lá no país de origem e chegavam até nós,  atrasados , mensalmente.  Lembro-me que era uma disputa entre nós crianças para ler tal revista, pois as história eram sequenciais do tipo: continua na próxima edição...além  é claro de nos deixarem ansiosos para a chegada do lote no mês seguinte.Sábia foi este grupo ( dos meus antepassados) , o  mentor  das ideias de proporcionar àquela comunidade  condição de leituras diversas,  pois as revistas eram variadas contemplando todas as faixas etárias: desde crianças até adultos, com a intenção de preservar a cultura da terra natal  e de dar uma boa formação aos seus descendentes.   “As produções literárias de todos os tipos  e todos os níveis, satisfazem necessidades básicas do ser humano, sobretudo através dessa incorporação, que enriquece a nossa percepção e a nossa visão do mundo.[...] . Em todos esses casos ocorre humanização e enriquecimento, da personalidade e do grupo,...” ( Direitos humanos e literatura, de Antonio Candido).Sou muito grata pela iniciação a leitura que meu pai ( e outros) me deram.  Continuei a ler os mangás e outras revistas japonesas até a minha adolescência, hoje vez ou outra, quando me deparo com uma delas.  Porém a  leitura continua sendo constante na minha vida, não tenho rol de nomes conhecidos da literatura, mas leio livros e revistas : sobre  ensino da matemática, histórias relacionados a ela,  de culinária, de artesanato,  de auto ajuda,  ficção, textos para reflexão,em fim o que estiver a meu alcance no momento...

Dirce do Carmo Cordeiro Batista 

 Boa tarde!!!Caros colegas de curso. Minha história com a escrita não vem da época de escola, infelizmente. Sabemos que cada um desenvolve  habilidades em determinadas áreas, mais que em outras. Fato este determinado pelas inteligências múltiplas. Bem . . . eu não gostava de ler os livros que eram exigidos na escola, nunca tiva professoras que demonstrassem prazer no que faziam. Sempre de "caras amarradas" e demonstrando estar no lugar que detestavam. menos um querido professor de ciências "Dr. Ailton" e a de matemática  "Sra Loiri" esses dois sim, fizeram a diferença em minha escolaridade. Sorriam, demonstravam prazer no que faziam e isso foi despertando em mim habilidade maior com os números e a ciência.Hoje na minha profissão, procuro sempre não ser o que eu não gostava nos meus professores. Felizmente amo meu trabalho (embora já bastante desgastada). Aprendi por mim mesma o prazer da leitura. E leio muito. Voltei a reler o clássicos da literatura: "Dom Casmurro" simplesmente adorei. . .  e assim fui me deliciando com a leitura.Ler algo específico da matemática, não é prazeroso, pois além da leitura e entendimento é preciso conhecer e gostar da área. Sempre leio para meus alunos, comento sobre os livros que vejo nas mesas deles e estimulo sempre a leitura, principalmente pela importância da mesma no ensino de matemática.

Lucas Antonio Soares Volpe  

Boa tarde pessoal falar sobre a leitura é um desafio pois desde pequeno não gostava de leitura, sempre gostava mais de cálculos,detestava escrever, mais com o passar do tempo fui vendo que a Leitura era e é um instrumento primordial para todos nós, pois a leitura é um prazer, pois através da leitura temos acesso a informação, desenvolvimento de expressão e compreensão, orienta e cultiva nossa inteligencia, ler é viajar em busca de novos horizontes no qual não sabemos o que a leitura possa através de livros despertar a curiosidade do que venha a acontecer, isso deixa-nos surpresos em saber qual sera a situação a qual terminará o livro....

Elaine Pereira da Silva 

Recordo, com saudade da minha infância que meus pais mesmo sem “leitura nenhuma”(como diz meu pai) sempre nos incentivava a estudar mesmo não sabendo explicar as lições que não sabíamos fazer , meu primeiro livro foi Os Pequenos Jangadeiros na 5ª série, da série Vagalume, fiquei desesperada pensando como iria decorar tudo aquilo para uma única prova, li e reli muitas vezes, mas no fim tudo deu certo. Me lembro bem que uma vez minha professora da 7ª série, Dona Angela havia pedido para lermos o livro Garra de Campeão de Marcos Rey da série Vagalume também e que quase não tinha na biblioteca da cidade, e eu estava bem atrás na lista para empréstimo, deixei minha mãe doida por causa do livro e naquela época meu pai era motorista de ônibus fazia linha Epitácio/São Paulo, chegava lá de manhã para descansar e retornar a noite. Um dia ele chegou lá de manhã e procurou muito por esse livro, achou na Livraria Siciliano, comprou e eu esperava ansiosa por ele(tenho guardado até hoje). Já no ensino médio não me recordo de professores incentivadores, e no magistério líamos infinitas apostilas. Tudo o que me mandam ler eu leio, mas sou tipo criança, gosto de ler o que me chama atenção, gosto de algumas matérias em  jornais, revistas e os livros de suspense são os que me chamam atenção, tipo Sidney Sheldon. Creio que somos de fases e em cada uma de nossas vidas estamos precisando de leituras diferentes. No momento estou na fase dos livros de auto ajuda...rsrsAbraços....

Jucimara Maria Amaral Moreno 

Buscando em minha mente, o que encontro, como experiências de boas leituras foi no meu antigo "ginásio". Nossa, como era bom ler os romances que minha professora de Língua Portuguesa me pedia. A Borboleta Atíria, A ilha perdida, nossa, me lembrei "A montanha encantada", esse eu li várias vezes. Lembro que me via vestida naqueles lindos vestidos de princesas... Ainda gosto de ler, mas não leio com a mesma frequência que lia na adolescência. Logo depois dos romances do ginásio, lembro que gostava muito de ler romances de amor ( rsrsrsrs) como Sabrina. Lógico que esses não eram pedidos na escola!. Acho que minha professora não iria gostar. Hoje, no corre -corre do meu dia, leio muito pouco, mas lia  "A cabana", que me fez pensar muito nessa vida louca que vivo e acabei de finalizar a leitura do livro "O monge e o executivo", sugerido pela minha diretora da Etec. Amei e tomei muitas das lições para melhorar minha vida enquanto mãe, professora, amiga e esposa. Ler nos leva a sentimentos, emoções, sensações que às vezes estão perdidas no nosso íntimo. 

Davis Gil Novaes 

Lembro-me com carinho de meus primeiros anos de alfabetização, fui alfabetizado pela cartilha Caminho Suave, bem tradicional, não tive muito incentivo a leitura na escola nem em casa, meus pais eram semi analfabetos, meu incentivo a leitura aconteceu na igreja pelas revistas da escola bíblica dominical. Cada tema e textos narrados pela revista, eu os vivia; tempos os quais eram ditos somente na bíblia, e o que mais me chamava a atenção foi a história de Jó, mesmo com todo seu sofrimento ele não desistiu de acreditar que Deus daria vitória.Através desses textos narrados sempre fui uma pessoa persistente e acredito na educação, mas creio que se todos nós professores tivermos uma única visão que irá melhorar e não deixar o desanimo tomar conta de nossas vidas, venceremos os desafios.

Josie Cristina Barros Prates 

Para mim é meio complicado falar de leitura. Quando era criança gostava bastante de ler porque, tinha a possibilidade de passear por vários lugares, sem sair do meu quarto. Já na adolescência parei de ler, só lia por obrigação, quando era cobrada na escola.Voltei a sentir o prazer da leitura, quando tive a minha filha, pois comecei a incentiva- la a ler, para isso também tive que ler. Hoje lemos juntas.Também na escola trabalho com o projeto de leitura, com o Game Superação a onde nós professores temos que levantar a suspeita inteligente ( projeto de interpretar a capa do livro,sem ter feito sua leitura). Dessa forma levando os alunos a ter interesse pela leitura.

Derci Aparecida da Silva Dias 

Boa noite à todos!!!Matematicamente falando, precisamos ensinar nossos alunos não apenas ler e interpretar textos, por que  todas as disciplinas tem essa responsabilidade. Responsabilidade  que chamamos de competência leitora e escritora. Nas exatas é necessário a leitura e interpretação de gráficos,tabelas, imagens, legendas, quantidades, medidas e etc. Nas escolas que tem sala de leitura tem livros paradidáticos que podem encaixar com os temas proposto da aula.Maria de Fátima do Nascimento  Olá queridos colegas do curso de Matemática!Uma experiência inesquecível que marcou minha vida, aconteceu quando cursava a 1ª série do ensino fundamental I, a professora combinou com a classe que os alunos que se comportassem bem e tivessem um bom desempenho durante o ano, seriam premiados no final do ano letivo, mas não informou qual seria o prêmio. Como havia combinado, no final do ano ela trouxe o nosso presentinho, fui uma das alunas contempladas, ganhei um pequeno livro que eu simplesmente me apaixonei, pois em minha casa não tínhamos acesso a livros, já que nossas condições financeiras não eram muito favoráveis. A Partir daí aprendi a gostar de ler; guardei esse livro por muitos anos, nunca me esqueci da professora e do quanto ela colaborou para que despertasse em mim o gosto pela leitura. Às vezes,  um pequeno gesto tão simples como esse pode nos ajudar de forma tão grandiosa em nossas vidas. Depois da paixão pela leitura, veio a paixão e admiração pela profissão de professora, fiz o magistério, logo em seguida iniciei a faculdade me formando para professora no curso de Ciências Físicas e Biológicas. Depois de 24 anos lecionando a leitura e a escrita não saiu mais da minha vida."A leitura não é uma atividade elitizada, mas uma ferramenta de transformação social dos indivíduos".                                                                                                                    Julian Correa.  

Lorismy Fernandes da Costa Lima    

Boa noite, pessoal!Eu comecei a ler quando tinha 11 anos e estava na 5ª série, fui incentivada por uma professora de Português, ela fez a minha inscrição num concurso de Redação e me deu alguns livros de poesias para levar para casa, meio contrariada comecei a ler os livros e para minha surpresa eu estava gostando da leitura, então me esforcei muito e fiz a redação, cujo o tema era "Fotografei a mamãe por dentro", e o mais incrível, foi que eu ganhei o concurso que era de nível municipal, e minha redação foi publicada no jornal da cidade. Daí em diante, nunca mais parei de ler. Eu me lembro que na minha cidade a biblioteca não tinha um acervo muito grande e quando fui para a Universidade fiquei impressionada com a enorme quantidade de livros que estavam a minha disposição, mais que rapidamente fiz a carteirinha da biblioteca e comecei a devorar os livros, naquela época, os meus preferidos eram os romances. Hoje em dia, com a vida corrida que levo, já não leio tanto como antes, mas não fico sem um livro na minha mesinha de cabeceira.Tenho um filho de 14 anos que adora ler, me pede para comprar várias coleções, são livros de ficções, mitologia grega e medievais, muitas vezes acabo lendo também esses livros que são classificados como leitura para adolescentes.Gosto muito de livro de auto ajuda, leio muito os livros dos autores Augusto Cury e Roberto Shinyashiki, não me canso de ler o livro "O sucesso é ser Feliz" "A leitura torna o homem completo, a conversão torna-o ágil, e o escrever dá-lhe precisão".Francis Bacon.

Laurinda Guímaro Chuba Rodrigues 

Para professores de matemática como é meu caso, a leitura de livros, dita como literária torna-se um tanto quanto rara, por falta de tempo e costume. Porém, quando me sobra algum tempo, gosto de ler livros sobre religião e ficção, de autores como Dan Brown e Paulo Coelho. Através destes livros, podemos viajar e conhecer lugares, as vezes detalhadamente, sem mesmo sair da poltrona de casa. Esta viagem nos da experiências de como são outros lugares, outras culturas, outras religiões e outras vivências que poucos têm condições de viver e nos relatam nas linhas dos livros e enredos diversos. 


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