, Uma ação de formação continuada com Rosângela Gomes de Oliveira Souza. Planeje o que e como ensinar.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Depoimentos de leitura e escrita
Hoje vejo que não podemos parar, a atualização é constante e dinâmica, para a escola nâo fracassar. pois nós educadores somos a escola, construímos a escola e nossos alunos dependem do nosso interesse por novidades e algo diferente nas nossas aulas!
Helder eu também fui alfabetizada pela "Caminho Suave" e no Ensino Fundamental para mim a leitura de livros era praticamente obrigatória, pois por bimestre a professora pedia que fosse lido um livro e feito um resumo para sermos avaliados. Me recordo do nome de alguns como: O Caso da Borboleta Atíria, A Ilha Perdida, Cem Noites Tapuias, Éramos Seis e O Escaravelho do Diabo. Aprendi a gostar de ler com a minha mãe, que adora todos os tipos de leitura e também porque sou professora do ensino infantil e trabalho na APAE aqui de Santo Anastácio. Gosto de fazer leituras para os meus alunos usando fantoches, conto a estória para eles e peço que recontem da maneira deles, que desenhem o que entenderam ou façam uma encenação da mesma, pois como bem coloca Ruben Alves:“Isto é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. A criança volta-se para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está a ler.”
A minha leitura iniciou quando era muito criança,
incentivada pelo grupo de pessoas ( meu pai e tios) que
fundaram uma colônia de japoneses onde nasci e fui criada. Lá
eles nos deram oportunidade de ter contato com livros, em japonês, de historias
infantis – desde contos de autores mundialmente conhecidos como Hans
Christian ANDERSEN até as de lendas japonesas.
Inicialmente contados pelos mais velhos despertando interesse
em eu querer ler sozinha. Após os contos infantis, passei a
ler as revistas de história em quadrinhos – os mangás . Estas revistas
eram editadas semanalmente lá no país de origem e chegavam até nós,
atrasados , mensalmente. Lembro-me que era uma disputa entre nós
crianças para ler tal revista, pois as história eram sequenciais do tipo:
continua na próxima edição...além é claro de nos deixarem ansiosos para a
chegada do lote no mês seguinte.Sábia
foi este grupo ( dos meus antepassados) , o mentor das ideias de
proporcionar àquela comunidade condição de leituras diversas, pois
as revistas eram variadas contemplando todas as faixas etárias: desde crianças
até adultos, com a intenção de preservar a cultura da terra natal e de
dar uma boa formação aos seus descendentes. “As
produções literárias de todos os tipos e todos os níveis, satisfazem
necessidades básicas do ser humano, sobretudo através dessa incorporação, que
enriquece a nossa percepção e a nossa visão do mundo.[...] . Em todos esses
casos ocorre humanização e enriquecimento, da personalidade e do grupo,...” (
Direitos humanos e literatura, de Antonio Candido).Sou
muito grata pela iniciação a leitura que meu pai ( e outros) me deram.
Continuei a ler os mangás e outras revistas japonesas até a minha
adolescência, hoje vez ou outra, quando me deparo com uma delas. Porém a
leitura continua sendo constante na minha vida, não tenho rol de nomes
conhecidos da literatura, mas leio livros e revistas : sobre ensino da
matemática, histórias relacionados a ela, de culinária, de artesanato,
de auto ajuda, ficção, textos para reflexão,em fim o que estiver a
meu alcance no momento...
Boa tarde!!!Caros
colegas de curso. Minha história com a escrita não vem da época de escola,
infelizmente. Sabemos que cada um desenvolve habilidades em determinadas
áreas, mais que em outras. Fato este determinado pelas inteligências múltiplas.
Bem . . . eu não gostava de ler os livros que eram exigidos na escola, nunca
tiva professoras que demonstrassem prazer no que faziam. Sempre de "caras
amarradas" e demonstrando estar no lugar que detestavam. menos um querido
professor de ciências "Dr. Ailton" e a de matemática "Sra
Loiri" esses dois sim, fizeram a diferença em minha escolaridade. Sorriam,
demonstravam prazer no que faziam e isso foi despertando em mim habilidade
maior com os números e a ciência.Hoje
na minha profissão, procuro sempre não ser o que eu não gostava nos meus
professores. Felizmente amo meu trabalho (embora já bastante desgastada).
Aprendi por mim mesma o prazer da leitura. E leio muito. Voltei a reler o
clássicos da literatura: "Dom Casmurro" simplesmente adorei. .
. e assim fui me deliciando com a leitura.Ler
algo específico da matemática, não é prazeroso, pois além da leitura e
entendimento é preciso conhecer e gostar da área. Sempre leio para meus alunos,
comento sobre os livros que vejo nas mesas deles e estimulo sempre a leitura,
principalmente pela importância da mesma no ensino de matemática.
Lucas Antonio Soares Volpe
Boa
tarde pessoal falar sobre a leitura é um desafio pois desde pequeno não gostava
de leitura, sempre gostava mais de cálculos,detestava escrever,
mais com o passar do tempo fui vendo que a Leitura era e é um instrumento
primordial para todos nós, pois a leitura é um prazer, pois através da leitura
temos acesso a informação, desenvolvimento de expressão e compreensão, orienta
e cultiva nossa inteligencia, ler é viajar em busca de novos horizontes no qual
não sabemos o que a leitura possa através de livros despertar a curiosidade do
que venha a acontecer, isso deixa-nos surpresos em saber qual sera a situação
a qual terminará o livro....
Elaine Pereira da Silva
Recordo,
com saudade da minha infância que meus pais mesmo sem “leitura nenhuma”(como
diz meu pai) sempre nos incentivava a estudar mesmo não sabendo explicar as
lições que não sabíamos fazer , meu primeiro livro foi Os Pequenos Jangadeiros
na 5ª série, da série Vagalume, fiquei desesperada pensando como iria decorar
tudo aquilo para uma única prova, li e reli muitas vezes, mas no fim tudo deu
certo. Me lembro bem que uma vez minha professora da 7ª série, Dona Angela
havia pedido para lermos o livro Garra de Campeão de Marcos Rey da série
Vagalume também e que quase não tinha na biblioteca da cidade, e eu estava bem
atrás na lista para empréstimo, deixei minha mãe doida por causa do livro e
naquela época meu pai era motorista de ônibus fazia linha Epitácio/São Paulo, chegava
lá de manhã para descansar e retornar a noite. Um dia ele chegou lá de manhã e
procurou muito por esse livro, achou na Livraria Siciliano, comprou e eu
esperava ansiosa por ele(tenho guardado até hoje). Já no ensino médio não me
recordo de professores incentivadores, e no magistério líamos infinitas
apostilas. Tudo o que me mandam ler eu leio, mas sou tipo criança, gosto de ler
o que me chama atenção, gosto de algumas matérias em jornais, revistas e
os livros de suspense são os que me chamam atenção, tipo Sidney Sheldon. Creio
que somos de fases e em cada uma de nossas vidas estamos precisando de leituras
diferentes. No momento estou na fase dos livros de auto ajuda...rsrsAbraços....
Jucimara
Maria Amaral Moreno
Buscando
em minha mente, o que encontro, como experiências de boas leituras foi no meu
antigo "ginásio". Nossa, como era bom ler os
romances que minha professora de Língua Portuguesa me pedia. A Borboleta
Atíria, A ilha perdida, nossa, me lembrei "A montanha encantada",
esse eu li várias vezes. Lembro que me via vestida naqueles lindos vestidos de
princesas... Ainda gosto de ler, mas não leio com a mesma
frequência que lia na adolescência. Logo depois dos romances do ginásio, lembro
que gostava muito de ler romances de amor ( rsrsrsrs) como Sabrina. Lógico que
esses não eram pedidos na escola!. Acho que minha professora não iria gostar.
Hoje, no corre -corre do meu dia, leio muito pouco, mas lia "A
cabana", que me fez pensar muito nessa vida louca que vivo e acabei de
finalizar a leitura do livro "O monge e o executivo", sugerido pela
minha diretora da Etec. Amei e tomei muitas das lições para melhorar minha vida
enquanto mãe, professora, amiga e esposa. Ler nos leva a sentimentos, emoções,
sensações que às vezes estão perdidas no nosso íntimo.
Lembro-me
com carinho de meus primeiros anos de alfabetização, fui alfabetizado pela
cartilha Caminho Suave, bem tradicional, não tive muito incentivo a leitura na
escola nem em casa, meus pais eram semi analfabetos, meu incentivo a leitura
aconteceu na igreja pelas revistas da escola bíblica dominical. Cada tema e
textos narrados pela revista, eu os vivia; tempos os quais eram ditos somente
na bíblia, e o que mais me chamava a atenção foi a história de Jó, mesmo com
todo seu sofrimento ele não desistiu de acreditar que Deus daria vitória.Através
desses textos narrados sempre fui uma pessoa persistente e acredito na
educação, mas creio que se todos nós professores tivermos uma única visão que
irá melhorar e não deixar o desanimo tomar conta de nossas vidas, venceremos os
desafios.
Josie Cristina Barros Prates
Lorismy Fernandes da Costa Lima
Boa noite, pessoal!Eu comecei a ler quando tinha 11 anos e estava na 5ª
série, fui incentivada por uma professora de Português, ela fez a minha
inscrição num concurso de Redação e me deu alguns livros de poesias para levar
para casa, meio contrariada comecei a ler os livros e para minha surpresa eu
estava gostando da leitura, então me esforcei muito e fiz a redação, cujo o
tema era "Fotografei a mamãe por dentro", e o mais incrível, foi que
eu ganhei o concurso que era de nível municipal, e minha redação foi publicada
no jornal da cidade. Daí em diante, nunca mais parei de ler. Eu me lembro
que na minha cidade a biblioteca não tinha um acervo muito grande e quando fui
para a Universidade fiquei impressionada com a enorme quantidade de livros que
estavam a minha disposição, mais que rapidamente fiz a carteirinha da
biblioteca e comecei a devorar os livros, naquela época, os meus preferidos
eram os romances. Hoje em dia, com a vida corrida que levo, já não
leio tanto como antes, mas não fico sem um livro na minha mesinha de cabeceira.Tenho um filho de 14 anos que adora ler, me pede
para comprar várias coleções, são livros de ficções, mitologia grega e
medievais, muitas vezes acabo lendo também esses livros que são classificados
como leitura para adolescentes.Gosto muito de livro de auto ajuda, leio muito os
livros dos autores Augusto Cury e Roberto Shinyashiki, não me canso de ler o
livro "O sucesso é ser Feliz" "A leitura torna o homem completo, a conversão
torna-o ágil, e o escrever dá-lhe precisão".Francis Bacon.
Laurinda Guímaro Chuba Rodrigues
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